ALÚGUEIS : RECEITA FEDERAL ATRÁS DE SONEGADORES DE IR

A Receita Federal intensificará a fiscalização de aluguéis informais a partir de 2026, com o objetivo de combater a sonegação fiscal.





A fiscalização será realizada através de um novo sistema chamado "CPF dos imóveis" (Cadastro Imobiliário Brasileiro - CIB), que permitirá cruzar dados de diferentes fontes, como registros de cartório, dados de consumo (água, luz) e movimentações bancárias, para identificar rendas não declaradas. 

  • Sistema de fiscalização: A Receita Federal implementará um sistema integrado de rastreamento para identificar aluguéis não declarados.

  • "CPF dos imóveis": O CIB atribuirá um código único a cada imóvel, vinculando-o a informações como localização, titularidade e valor do aluguel.

  • Cruzamento de dados: O sistema utilizará IA e cruzará dados de várias fontes para detectar aluguéis informais.

  • Consequências: Quem não declarar os rendimentos poderá ser taxado sobre o valor e estará sujeito a multas.

  • Prazo: A fiscalização será implementada plenamente a partir de 2026, mas a Receita poderá fiscalizar retroativamente até cinco anos.

  • Recomendação: É fundamental que os proprietários regularizem a situação, declarando os aluguéis para evitar problemas fiscais. 

O regime do Microempreendedor Individual (MEI) passa por uma mudança significativa: a partir da publicação da


MEI: Receita de Pessoa Física agora entra no limite do Simples Nacional

Entenda o que muda com a Resolução CGSN nº 183/2025

Olá, amigos empreendedores!
Aqui é o Denir Contador, seu parceiro de confiança.
E hoje o assunto é sério: a Resolução CGSN nº 183/2025 trouxe uma mudança importante que começa a valer a partir de 2025, e vai impactar diretamente o Microempreendedor Individual (MEI) e também quem é optante pelo Simples Nacional.


⚖️ O que mudou

A partir de agora, as receitas da pessoa física do titular do MEI também entram no cálculo do limite anual do regime.
Ou seja, não será mais considerado apenas o faturamento da empresa (CNPJ), mas também os rendimentos que o mesmo empreendedor tiver em seu CPF — como trabalhos autônomos, consultorias, fretes, serviços ocasionais, entre outros.

📘 Exemplo prático:
Imagine um MEI que fatura R$ 70 mil no CNPJ e ainda presta serviços como autônomo, emitindo recibos pelo CPF no valor de R$ 30 mil.
➡️ Agora, o total de R$ 100 mil será considerado para verificar se ele ainda pode permanecer no MEI ou no Simples Nacional.


🎯 Por que essa mudança foi feita

Segundo o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), a regra foi criada para evitar fraudes e distorções no regime.
Muitos empreendedores usavam o “duplo faturamento” — parte no CNPJ e parte no CPF — apenas para ficar artificialmente dentro dos limites do MEI ou do Simples.

Com a nova norma, o governo busca maior justiça tributária, garantindo que o benefício fiscal continue apenas para quem realmente é pequeno empreendedor.


🚨 Impactos para MEIs e optantes pelo Simples

A mudança vai exigir atenção redobrada dos empreendedores e contadores.
Agora, o faturamento total anual será a soma das receitas da empresa e da pessoa física.

🔹 Se esse valor ultrapassar o limite do MEI (R$ 81 mil), o contribuinte será desenquadrado e passará ao Simples Nacional.
🔹 E se também ultrapassar o limite do Simples, poderá ser tributado como Lucro Presumido ou Lucro Real.


🧾 Como se adaptar à nova regra

Para evitar problemas com o Fisco, siga estas orientações:

  1. Levante todas as receitas — tanto do CNPJ quanto do CPF;

  2. Acompanhe mensalmente o total consolidado do faturamento;

  3. Guarde contratos, notas fiscais e recibos;

  4. Evite misturar atividades sem orientação contábil;

  5. Converse com seu contador para avaliar o melhor enquadramento e planejar a transição, se necessário.


📣 Dica do Denir Contador

🟩 “Quem se antecipa, evita o aperto!
Se você é MEI e também faz serviços por fora, chegou a hora de somar tudo e ver se ainda cabe no seu regime.
Lembre-se: a Receita agora soma tudo o que o CNPJ e o CPF faturam!”

🧭 Conclusão

O objetivo do governo é coibir abusos e fortalecer a transparência.
Mas, para o pequeno empreendedor de verdade, a informação continua sendo a melhor defesa.
Com planejamento e orientação contábil, é possível manter a regularidade e evitar surpresas desagradáveis.

Fique ligado aqui no Blog do Denir Contador e no nosso Guia da Reforma Tributária — onde traduzimos as mudanças em linguagem simples, prática e sem enrolação.





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