Agora que já falamos sobre os livros contábeis e as contas podemos hoje enfocar no que é GESTÃO:
1.1 – O QUE É GESTÃO?
Quando falamos em gestão, estamos falando da arte de cuidar, gerir e administrar. É o ato de organizar os bens, direitos e obrigações — seja de uma pessoa, como eu e você, ou de uma entidade criada para atuar na sociedade. Em resumo: gestão é colocar ordem no que é seu e no que está sob sua responsabilidade.
No mundo prático, percebemos que todas as organizações cabem dentro de dois grandes grupos:
1. Entidades Econômicas
2. Entidades Sociais
ENTIDADES ECONÔMICAS
São aquelas criadas com um objetivo claro: gerar riqueza e lucro para seus proprietários.
Aqui entram:
- empresas comerciais,
- indústrias,
- prestadores de serviços,
- negócios agrícolas,
- financeiras,
- e qualquer atividade que busca resultado econômico.
A essência é simples: vende, produz ou presta serviço para ter lucro.
ENTIDADES SOCIAIS
Já as entidades sociais — ou de fins ideais — não nascem para dar lucro. Elas existem para beneficiar a coletividade:
- na cultura,
- no lazer,
- na religião,
- no esporte,
- na assistência social,
- na educação.
São exemplos: associações beneficentes, clubes recreativos e clubes esportivos.
O foco aqui não é dinheiro, e sim propósito.
1.3 – GESTÃO DAS ENTIDADES DE FINS SOCIAIS
As entidades de fins sociais — também chamadas de entidades ideais — existem para servir a sociedade, e não para gerar lucro. O objetivo delas é prestar benefícios à coletividade por meio da cultura, assistência social, saúde, esportes, recreação, projetos educativos e tantas outras atividades que elevam o bem-estar das pessoas.
Mas atenção:
Apesar de não terem fins lucrativos, essas entidades precisam movimentar dinheiro, sim! Afinal, para manter suas atividades funcionando, elas precisam de recursos — e isso envolve despesas, administração e planejamento, como qualquer outra organização.
Ao contrário das empresas, que buscam lucro para os donos, as entidades sociais buscam sustentabilidade para continuar oferecendo serviços e benefícios ao seu público.
Um exemplo simples e muito comum: o clube recreativo ou esportivo
Muita gente pensa que clube social não tem movimentação econômica. Tem, sim — e muita!
Um clube esportivo presta benefícios aos associados:
- manutenção da sede,
- jogos e atividades recreativas,
- reuniões artísticas,
- bailes e eventos,
- piscinas,
- quadras,
- áreas de convivência.
Tudo isso gera custos fixos e variáveis o ano inteiro.
E como o clube paga essas contas?
Através de contribuições dos associados, geralmente chamadas de mensalidade ou taxa de manutenção.
Ou seja:
Mesmo sem buscar lucro, o clube precisa ter gestão, organização financeira e controle, para que os recursos arrecadados sejam suficientes para manter os serviços que oferece.
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AULA 2 – QUANDO O NANOEMPREENDEDOR DEVE VIRAR MEI O momento certo de subir o degrau (sem tropeçar) 1. Por que essa aula é tão importante? Muitos pensam assim: “Enquanto eu puder ficar como nano, fico… depois eu vejo.” ❌ Erro comum. O Nanoempreendedor não foi criado para durar a vida toda. Ele é temporário, inicial e limitado. 👉 Esta aula ensina o momento exato de sair do nano e virar MEI, evitando: • problemas fiscais, • perda de clientes, • decisões atrasadas. 2. Relembrando rapidamente Nanoempreendedor: • Pessoa Física • Receita muito baixa • Não paga IBS/CBS • Pouca burocracia • Pouca estrutura MEI: • Pessoa Jurídica (CNPJ) • Pode emitir nota fiscal • Tem INSS incluído • Mais credibilidade no mercado 📌 Agora vem a pergunta-chave da aula. 3. Quando o Nanoempreendedor DEVE virar MEI? Vou colocar do jeito mais claro possível, para melhor entender sem dúvida. 🔔 Sinal nº 1 – A receita começou a crescer Se o faturamento: • se aproxi...
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